Não é preciso estudar corpo e gente
Para saber o que é ego, e não mente
Quem tentou explicar sem saber
Que o ego, lá dentro, é um ser
Não é preciso estudar corpo e gente
Para saber o que é ego, e não mente
Quem tentou explicar sem saber
Que o ego, lá dentro, é um ser
Eu queria te dar um presente
Mas o maior presente é você
Que aqui veio e nunca é ausente
Seu sorriso ensinou-me a "vivê"
(caso você não conheça o início da história, por favor acesse a primeira parte)
"Garanto que não sou um defeito."
O "II" presente no título deriva do fato da palavra "Vertigem" já ter sido sugerida uma vez, mas para reflexão¹. Indicada novamente agora, mergulhemos² em outros caminhos.
Me lembrei que hoje era sábado
Uma bela manhã de Sol
E aí me senti amado
Em cada parte do que sou
(Rabisquei certo dia isso aqui [em 11/03/2025]; mas ao ler não estava feliz.
Não gostei do que eu produzi; não estava do jeito que eu quis
E largar como estava, não pude, eu queria, demais, revisar
Então lá vamos nós, logo mude, pois aí decidi "retentar")
Hoje acordei e não quis ligar a música; pareceu errado; por um instante senti que havia um quê de "menos" naquela adição.
Passei a escutar o silêncio da casa, as batidelas dos objetos que eu movia, os ruídos externos invadindo minha cozinha, o alvoroço dos pássaros.
Comovido pela memória de um filme que gosto, passei a "ouvir" o toque morno dos primeiros raios solares, o brilho incendiando o mundo, o abraço da brisa, o baile das folhas secas.
Por um instante fui silêncio, então, por aquele breve instante, eu ouvia tudo.