Barulhento sempre foi, o tambor que o peito abrigou
Mas há algo, falta o "Oi!", e o barulho triplicou
Antes era "tum tum tum", compasso, batedor
E então, parece atum, se debate, é um terror
Barulhento sempre foi, o tambor que o peito abrigou
Mas há algo, falta o "Oi!", e o barulho triplicou
Antes era "tum tum tum", compasso, batedor
E então, parece atum, se debate, é um terror
"Filho. Deixe lá!", disse a mãe enquanto o filho corria na direção da casa em chamas.
Ao som daquele apelo ele reteve o passo, cinco metros antes da entrada. Instantes depois a casa inteira desabou. Uma onda de fumaça, cinzas e centelhas espalhou-se em um circulo crescente atingindo-lhe os olhos e os pulmões. Afastou-se do calor e das sobras da casa arrastando-se na direção da voz que o pariu.
"Não tenta!", disse, em desafio, o réu
"Lamenta!", riu o tal juiz, um fel
Quem pensa a coisa toda saber
Dispensa prematuramente o aprender